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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

MELASMAS E VULCANICE


Pouco se conhece sobre as variações de cores da pele, mas acredita-se que fatores como exposição solar, bases genéticas, penetração de radiação ultravioleta, elementos culturais são alguns dos argumentos que tentam explicar a distribuição fenotípica nas demais regiões do planeta.
A cor natural da pele é influenciada pela produção de melanina, um pigmento de cor acastanhado, e em grande quantidade, se torna enegrecido.
Outros pigmentos influenciam também na cor da pele como, por exemplo, o pigmento carotenoíde, que deixa a pele com a cor mais amarelada.
Fatores vasculares também podem influenciar no tom da cor, em  presença de hemoglobina e oxigênio nos capilares, representada pela cor avermelhado, e de hemoglobina reduzida nas vênulas, caracterizando a cor azulada.
Para dar cor a pele, olhos e cabelo, dependemos  da quantidade de melanossomas(vesículas com pigmentos), melanócitos, da síntese de melanina e sua distribuição ao logo das camadas da pele, entre outros fatores.
A célula precursora da melanina se chama melanócito, e sua quantidade é diferente entre as diversas etnias, explicando vários tons de pele. Existem outras partes no corpo, que estas células são distribuídas como ouvidos (nas estrias vasculares), nos olhos (íris), no sistema tegumentar ( pele e mucosas), e na matriz dos pêlos.
Na pele, estão localizados, na camada basal da epiderme e, ocasionalmente, na derme e projetam seus dendritos, onde transportam seus melanossomas aos ceratinócitos.

A união dessas duas células é constituída, no ser humano por um melanócito para seis ceratinócitos ou queratinócitos.
A síntese inicia- se com a cascata de oxidações sobe intermédio da  enzima tironase, que cataliza a L-tirosina à L-Dopa e posteriomente a  oxidação de L-Dopa à dopaquinona. Após a reação no interior dos melanossomas, a DOPA-quinona pode resultar em eumelanina, e após outras reações químicas podem formar a feomelanina. Ao final da síntese os grânulos de melanina são transportados pelos melassomas até os prolongamentos do melanócitos, que estão diretamente ligadas aos querátinócitos epiteliais, pigmentando a pele. Uma vez no interior dos queratinócitos, os melanossomas tendem a distribuir-se no citoplasma, sobre a parte superior do núcleo, de forma a protege -los das radiações ultravioleta.
A principal função da melanina é constituir um sistema de mecanismo de defesa contra raios ultravioletas nas células epiteliais, de forma a proteger o material genético das células.

A pigmentação melânica da pele humana sofre intenso controle hormonal. A hiperpigmentação cutânea foi também observada, quando indivíduos humanos que foram injetados com altas doses de hormônio adrenocorticotrópico, resultando na elevada melanogênese. Assim, hormônios como o MSH (hormônio estimulante de melanócitos) e MC1-R também são responsáveis por estimular a produção de melanina.
A radiação ultravioleta B (UVB), na pele humana, induz a produção de MSH e ACTH nos melanócitos e queratinócitos através da estimulação  da atividade da tirosinase e a síntese de melanina. A relação da radiação ultravioleta em conjunto com a ação dos hormônios justifica o envolvimento do melanocortina no melasma.

Melasma

Melasma é uma hipermelanose comum, adquirida, simétrica, caracterizada por máculas acastanhadas, mais ou menos escuras, de contornos irregulares, mas limites nítidos, nas áreas fotoexpostas, especialmente, face, fronte, temporas e, mais raramente, no nariz, pálpebras, mento e membros superiores.


Embora possa acometer ambos os sexos e todas, as raças, favorece fototipos intermediários e indivíduos, de origem oriental ou hispânica que habitam áreas tropicais. E mais comum em mulheres adultas em idade fértil, podendo, porem, iniciar-se pos-menopausa. A idade de aparecimento situa-se entre 30-55 anos. Dentre estes: influências genéticas, exposição à RUV, gravidez, terapias hormonais, cosméticos, drogas fototóxicas, endocrinopatias, fatores emocionais, medicações anticonvulsivantes e outros com valor histórico. Porém, parece que predisposição genética e exposição às radiações solares desempenham um papel importante, tendo em vista que as lesões de melasma são mais evidentes, durante ou logo após períodos de exposição solar.

Mulheres com estado hormonal hiperestrogênicos como gestação ou  com uso de anticoncepcionais, também apresentam históricos de melasmas. Alguns trabalhos sugerem a relação do aparecimento do melasma com doenças da tiróide especialmente aquelas auto imunes. Outros, demonstraram a elevação sérica do hormônio luteotrófico (LH) , sugerindo relação com algum grau de hiperandrogenismo.
O tratamento do melasma é geralmente questionado, pela grande recorrência das lesões e pela ausência de uma alternativa de clareamento definitivo.
O tratamento domiciliar com ácidos e despigmentantes e sessões de Peelings em consultório, ajudam no clareamento do melasma superficial, facilitando a penetração dos despigmentantes locais.

Os Peelings Combinados são os tratamentosmais utilizados e dependendo da substância usada e do tempo que ficará em contato com a pele, dão grandes resultados! Recomenda-se pelo menos 3 sessões.
Muitas são as substâncias que ajudam a clarear a pele. Elas geralmente agem inibindo uma ou mais etapas das reações químicas que ocorrem dentro do melanócito e resultam na formação da melanina.


VULCANICE

O vulcanice é um tratamento eficaz que age diretamente no processo total, ou seja, todas as fases da formação e deposição de melanina na pele.

O peeling é realizado através de ácidos vulcânicos retirados das geleiras da Antártica, que promovem um clareamento eficaz e seguro.

Atuação do peeling sobre as fases da Produção de Melanina:

Antes da formação de melanina: o peeling promove a redução de ET 1 queratinócitos que reduz a indução da melanogênese.

Durante da formação de melanina: O peeling é capaz de reduzir a síntese de melanina através da inibição da tironase em 70% da sua atividade.

Após a formação de melanina: o peeling interfere na tranferência dos melanossomos(vesículas c/ melanina) aos queratinócitos, diminuindo a distribuição do pigmento para a pele.

O peeling tambem exerce a função de regeneração celular, atenuando mos sinais de envelhecimento através de estimulação dos fibroblastos para produção de colágeno e elastina.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Peeling com Ácido Mandélico







Por Vivian Veroneze



Indicações:



*Hiperpigmentações

*Fotoenvelhecimento

*Preparação para peeling com Laser

*Acne



Propriedades do ácido:



O ácido mandélico é um AHA com uma cadeia carbônica grande, devido a isto ele torna-se menos irritativo do que outros ácidos utilizados para a mesma função ( retinóico ou glicólico), a sua penetração é lenta e age gradualmente na pele.



É um alvo das pesquisas por apresentar dupla ação: alem de exercer a função de um AHA, ele também age como antibiótico. Ajuda a combater os agentes inflamatórios e infecciosos responsáveis pela instalação do processo acnéico na pele.

Sua penetração é superficial e um pouco irregular, é um ácido tempo-dependente, que tem que ser retirado e neutralizado.



Em relação aos outros ácidos, o ácido mandélico não reage com o sol, então é um ácido mais indicado para o tratamento no verão.



Resultados Comprovados



De acordo com estudos realizados em seres humanos, o peeling de ácido mandélico resultou em diminuição de linhas de expressão, melhora da textura da pele, melhora rapidamente da hiperpigmentação anormal incluindo melasmas e hiperpigmentações pós inflamatórias (ele provoca esfoliação na pele permitindo que as células mortas acumuladas se desprendam e haja a renovação celular. Esta atividade auxilia na diminuição das hipercromias retidas na epiderme, bem como, na remoção da capa córnea envelhecida).



Em peles acnéicas, notou-se a melhora de pústulas inflamatórias e diminuição de comedões.

No quadro de foliculite, o ácido mandélico mostrou–se eficiente contra bactérias gran negativas.

As pacientes aceitaram melhor o peeling, pelo ácido ser menos irritativo, o quadro de eritema é mínimo e os efeitos adversos na epiderme são reduzidos.





Tratamento:



O tempo de tratamento varia de paciente para paciente. É necessária uma avaliação da pele, para analisar o tipo de mancha e fator causador, fototipo, grau da acne, entre outros aspectos, para determinar o protocolo de tratamento.

Geralmente são realizadas de 5 a 10 sessões de peeling a cada 15 dias.



Cuidados especiais:



A paciente deverá tomar cuidados dobrados com pele durante o tratamento. A utilização de um fotoprotetor adequado para o tipo de pele, evitar exposições solares entre 11:00 h e 16:00 h, controlar a hidratação e utilizar corretamente os cosméticos do tratamento home care são fundamentais para bons resultados.



Referências:

www.mapric.com.br

www.belcol.com.br

www.jornal.valeparaibano.com.br

www.viafarmanet.com.br

www.biomodulacaocorporal.com.br


Peeling com Ácido Mandélico




Por Vivian Veroneze

Indicações:

*Hiperpigmentações
*Fotoenvelhecimento
*Preparação para peeling com Laser
*Acne

Propriedades do ácido:

O ácido mandélico é um AHA com uma cadeia carbônica grande, devido a isto ele torna-se menos irritativo do que outros ácidos utilizados para a mesma função ( retinóico ou glicólico), a sua penetração é lenta e age gradualmente na pele.

É um alvo das pesquisas por apresentar dupla ação: alem de exercer a função de um AHA, ele também age como antibiótico. Ajuda a combater os agentes inflamatórios e infecciosos responsáveis pela instalação do processo acnéico na pele.
Sua penetração é superficial e um pouco irregular, é um ácido tempo-dependente, que tem que ser retirado e neutralizado.

Em relação aos outros ácidos, o ácido mandélico não reage com o sol, então é um ácido mais indicado para o tratamento no verão.

Resultados Comprovados

De acordo com estudos realizados em seres humanos, o peeling de ácido mandélico resultou em diminuição de linhas de expressão, melhora da textura da pele, melhora rapidamente da hiperpigmentação anormal incluindo melasmas e hiperpigmentações pós inflamatórias (ele provoca esfoliação na pele permitindo que as células mortas acumuladas se desprendam e haja a renovação celular. Esta atividade auxilia na diminuição das hipercromias retidas na epiderme, bem como, na remoção da capa córnea envelhecida).

Em peles acnéicas, notou-se a melhora de pústulas inflamatórias e diminuição de comedões.
No quadro de foliculite, o ácido mandélico mostrou–se eficiente contra bactérias gran negativas.
As pacientes aceitaram melhor o peeling, pelo ácido ser menos irritativo, o quadro de eritema é mínimo e os efeitos adversos na epiderme são reduzidos.


Tratamento:

O tempo de tratamento varia de paciente para paciente. É necessária uma avaliação da pele, para analisar o tipo de mancha e fator causador, fototipo, grau da acne, entre outros aspectos, para determinar o protocolo de tratamento.
Geralmente são realizadas de 5 a 10 sessões de peeling a cada 15 dias.

Cuidados especiais:

A paciente deverá tomar cuidados dobrados com pele durante o tratamento. A utilização de um fotoprotetor adequado para o tipo de pele, evitar exposições solares entre 11:00 h e 16:00 h, controlar a hidratação e utilizar corretamente os cosméticos do tratamento home care são fundamentais para bons resultados.

Referências:
www.mapric.com.br
www.belcol.com.br
www.jornal.valeparaibano.com.br
www.viafarmanet.com.br
www.biomodulacaocorporal.com.br